Desta feita, vimos partilhar um texto de natureza não científica, uma vez que as boas práticas na assistência ao parto estão tão dependentes do que a Ciência tem para nos provar, como da simples experiência e percepção daqueles que são o alvo directo dessas mesmas práticas – assim nos disponibilizemos a escutá-los. Aqui fica então, contada na primeira pessoa e com todo o sentido de humor, a experiência de uma mãe, no longo caminho que teve de percorrer, até perceber que o parto implica conhecimento, desbravamento, desmistificação e descoberta, até nos encontrarmos nas melhores condições possíveis para fazermos OPÇÕES conscientes. Velas não obrigatórias
Eu não sou produto de pais hippies e não me considero uma moralista. Não sou uma ateia, uma liberal, ou uma neofeminista. Não sou louca nem marciana. No entanto, é isto que as pessoas normalmente presumem quando lhes digo que tive o meu filho em casa, de forma programada.
|
|
Ler Mais...
|