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Recomendações para a prevenção da primeira cesariana

 

 

A Associação de Ginecologia e Obstetrícia Americana (ACOG) em conjunto com a Sociedade de Medicina Materno-Fetal (SMFM) divulgaram no final do mês de Fevereiro de 2014, um consenso em cuidados obstétricos. O consenso reune 18 recomendações que têm por objetivo a prevenção segura da primeira cesariana.

Aqui fica a tradução das 18 recomendações, que me dei ao trabalho de fazer, assim que tive conhecimento deste documento.

 


 

Consenso nos Cuidados Obstétricos para a Prevenção Segura da Primeira Cesariana
Sociedade para a Medicina Materno-Fetal
Fevereiro 2014

 

Colégio Americano de Obstetrícia e Ginecologia (ACOG)

  

 

 

Recomendações e respectivo grau de classificação da recomendação

 

 

 

 

 


 

Primeiro estádio do Trabalho de Parto (TP)

 


 

 1 Uma fase latente prolongada (i.e. mais de 20 horas em nulíparas e mais de 14 em multíparas) não deverá ser uma indicação para cesariana.

 

1B

 

Recomendação forte, qualidade moderada de evidência

 

 2 - Trabalho de parto lento, mas progressivo, no primeiro estádio de TP não deverá ser uma indicação para cesariana

 

1B

 

Recomendação forte, qualidade moderada de evidência

 


 

3 - Para a maior parte das Mulheres, a fase ativa do trabalho de parto só deverá ser considerada a partir dos 6 cm de dilatação. Assim, antes dos 6 cm de dilatação estarem alcançados, os padrões de avaliação de progressão de TP para a fase ativa não se deverão aplicar.

 

1B

 

Recomendação forte, qualidade moderada de evidência

 


 

4 - A cesariana só deverá ser considerada em caso de não progressão do trabalho de parto aos 6 cm de dilatação ou mais e com rotura de bolsa, apesar de 4 horas de actividade uterina adequada, ou pelo menos após 6 horas de administração de oxitocina com actividade uterina inadequada, e sem qualquer alteração na dilatação.

 

1B

 

Recomendação forte, qualidade moderada de evidência

 


 

Segundo estádio do TP

 

 

 

 

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