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NascerSaudável


Um Nascimento Saudável é o desejo de todos os Pais, sempre que possível sem intervenções desnecessárias e com a máxima tranquilidade possível para que o acolhimento do Bebe à vida extra-uterina seja um momento que marque positivamente toda a família.  

É objectivo do programa NascerSaudável é fornecer aos participantes a informação básica essencial para tomadas de decisões conscientes. Todo o programa é muito focado na importância que o Pai tem durante o processo. O alvo deste encontro são os Pais, mas sempre a pensar nos Bebés!

As inscrições estão limitadas a 8 casais.

Mandar a mulher fazer força “não reduz o tempo do trabalho de parto”

Mandar a mulher fazer força “não reduz o tempo do trabalho de parto”

Mandar fazer força faz uma pequena diferença na rapidez com que a mulher dá á luz, e pode causar problemas de saúde, sugerem os investigadores.

Médicos da Universidade do Texas, descobriram que o acto de “fazer força” estava relacionado com uma insignificante diferença na duração do trabalho de parto.


Após examinarem as mulheres, perceberam que as que tinham feito força tinham um risco acrescido de problemas de bexiga. Contudo, o estudo do American Journal of Obstetrics and Gynaecology só analisou as mulheres três meses depois do parto.

Os investigadores da Universidade do Texas Southrwetern Medical Center, estudaram 320 mulheres que estavam a dar á luz pela primeira vez, e tinham tido gravidezes normais e sem necessidade de epídural durante o trabalho de parto.

Metade das mulheres receberam indicação para fazer força, e á outra metade foi-lhes dito para fazer o que “lhes apetecesse naturalmente”.

No grupo de mulheres que fizeram força, a segunda fase do trabalho de parto demorou em média 46 minutos, comparado com 59 minutos do grupo que agiu naturalmente.

Das 320 mulheres que participaram no estudo, 128 foram examinadas 3 meses após o parto. Percebeu-se que aquelas que tinham sido incentivadas a fazer força tinham uma menor capacidade na bexiga.

No entanto os investigadores indicam que a função da bexiga pode voltar a normalizar com o tempo, pelo que, o descoberto pode não ter efeitos permanentes.

Este estudo surge na sequência de um outro, que demonstrou, que o risco de problemas no pavimento pélvico aumenta, em mulheres que são forçadas a fazer força na segunda fase do trabalho de parto.

O Dr. Steven Bloom, obstetra e ginecologista que participou na investigação, diz que “normalmente o melhor é que a mulher faça o que lhe parecer mais cómodo para ela”. Referiu também que não se pode dizer que estas alterações funcionais tenham consequências a longo prazo.

“Não queremos alarmar as mulheres” sublinhou.

Drª Maggie Blott, obstetra no Hospital Real em Newscastle, Inglaterra, disse á BBC que “ao indicar ás mulheres para fazerem força no trabalho de parto, as pessoas pensavam estar a fazer o que julgavam ser correcto”.

“Actualmente estamos a deixar de estimular o fazer força, e permitimos que as mulheres façam o que lhes apeteça naturalmente”.

“Tentamos ter uma segunda fase do trabalho de parto passiva, e deixar que a cabeça do bebé desça por si só, antes de encorajar a mulher a fazer força”.

“Começar a fazer força demasiado cedo leva a que a mãe e bebé fiquem cansados, aumentando o risco de que venham a necessitar de auxílio durante o parto, recorrendo por exemplo aos fórceps”.

Refere ainda que fazer força demasiado cedo pode aumentar o risco de problemas na bexiga, mas acrescenta que outros aspectos durante a gravidez e no trabalho de parto, podem também afectar este risco.

Fonte: BBC
Tradução: BioNascimento
 
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