50 Atenção efetiva na gravidez e no parto: uma sinopse Quadro 1 - Formas benéficas de assistência Quadro 2 - Formas de assistência que provavelmente são benéficas Quadro 3 - Formas de assistência com equilíbrio entre efeitos benéficos e adversos Quadro 4 - Formas de assistência cuja eficácia é desconhecida Quadro 5 - Formas de assistência que provavelmente não são benéficas Quadro 6 - Formas de assistência que provavelmente são ineficazes ou prejudiciais
1. Introdução 2. Política social 3. Atenção pré-natal 4. Apoio social e profissional durante a gravidez 5. Controle 6. Provedores de saúde 7. Conclusões
1. Introdução 2. Nutrição nos períodos pré- e periconcepcional 3. Dieta e cresciemnto fetal 4. Dieta e pré-eclâmpsia 5. Dietas especiais para evitar antígenos 6. Suplementos hematínicos 7. Outros suplementos de vitaminas ou minerais 8. Conclusões
1. Introdução 2. Uso selectivo da ultra-sonografia 3. Ultra-sonografia de rotina no inicio da gravidez 4. Ultra-sonografia de rotina no final da gravidez 5. Classificação placentária 6. Reacções das mulheres à ultra-sonografia na gravidez 7. Potenciais riscos da ultra-sonografia obstétrica 8. Conclusões
1. Introdução 2. Confirmação de vida fetal 3. Prevenção de abortamento 3.1. Repouso no leito e hospitalização 3.2. Hormônios 3.2.1. Dietilestilbestrol 3.2.2. Progestogênios 3.2.3. Gonadotrofina coriônica humana 3.2.4. Agonistas do hormônio de liberação do hormônio luteinizante 3.3. Imunoterapia 3.4. Intervenções em mulheres com distúrbios auto-imunes 3.5. Outros medicamentos 4. Cuidados após abortamento espontâneo ou aborto retido 4.1. Conduta expectante versus evacuação cirúrgica 4.2. Evacuação clínica versus evacuação cirúrgica 4.3. Evacuação cirúrgica 4.3.1. Analgesia versus anestesia geral 4.3.2. Aspiração versus curetagem convencional 4.3.3. Antibióticos profiláticos 5. Conclusões
1. Introdução 2. Prevenção da isoimunização 2.1. Após o parto 2.2. Durante a gravidez 3. Diagnóstico de isoimunização 4. Tratamento da isoimunização 5. Conclusões
1. Introdução 2. Aconselhamento e avaliação pré-gestacional 3. Atenção geral durante a gravidez 4. Controle do diabetes 5. Atenção obstétrica 6. Atenção no trabalho de parto e no parto 7. Atenção no pós-parto 8. Conclusões
1. Introdução 2. Diagnóstico 3. Ruptura das membranas pré-termo antes do trabalho de parto 3.1. Riscos 3.2. Atenção antes do início do trabalho de parto 3.2.1. Antibióticos profiláticos 3.2.2. Tocolíticos profiláticos 3.2.3. Administração de corticosteróides 3.2.4. Indução de trabalho de parto 3.3. Atenção após o início do trabalho de parto 3.3.1. Antibióticos 3.3.2. Tocolíticos 3.3.3. Amnioinfusão 4. Ruptura das membranas a termo antes do trabalho de parto 4.1. Indução de trabalho com ocitocina 4.2. Indução do trabalho de parto com prostaglandinas 4.3. Comparação entre prostaglandinas e ocitocina 4.4. Antibióticos profiláticos 5. Conclusões
1. Introdução 2. Prevenção do trabalho de parto de pré-termo 2.1. Intervenções sociais 2.2. Medidas físicas 2.2.1. Monitorização domiciliar da atividade uterina 2.2.2. Repouso no leito 2.2.3. Cerclagem cervical 2.2.4. Avaliação cervical 2.3. Condutas farmacológicas profiláticas 2.3.1. Drogas betamiméticas 2.3.2. Magnésio 2.3.3. Cálcio 2.3.4. Progestogênios 2.3.5. Outros agentes 3. Tratamento tocolítico no trabalho de parto pré-termo ativo 3.1. Drogas betamiméticas 3.2. Inibidores da síntese de prostaglandinas 3.3. Etanol 3.4. Progestogênios 3.5. Sulfato de magnésio 3.6. Antagonista do cálcio 3.7. Antagonista da ocitocina 3.8. Diazóxido 4. Outros tratamentos no trabalho de parto de pré-term ativo 4.1. Hidratação 4.2. Agentes antimicrobianos 4.3. Sulfato de magnésio 5. Manutenção da inibição do trabalho de parto pré-termo 6. Conclusões
1. Introdução 2. Benefícios da administração pré-natal de corticosteróides 2.1. Síndrome de angustia respiratória 2.2. Outras causas de morbidade e mortalidade neonatais 3. Potenciais riscos da administração pré-natal de corticosteróides 3.1. Riscos para a mãe 3.2. Riscos para o bebê 4. Administração pré-natal de corticosteróides em situações especiais 4.1. Doença hipertensiva 4.2. Restrição ao crescimento intra-uterino 4.3. Diabetes mellitus 4.4. Isoimunização por fator Rh 5. Outros agentes que promovem a maturidade pulmonar 5.1. Ambroxol 5.2. Hormônio de liberação da tireotrofina 6. Conclusões
1. Introdução 2. A natureza do suporte no parto 3. O ambiente do parto: implicações para o suporte 4. Lugar do parto 5. Presença de homens durante o trabalho de parto e o parto 6. Outras pessoas de apoio 7. Conclusões
1. Introdução 2. Primeira impressão 3. Avaliação clínica 4. Procedimentos de preparo 4.1. Enema 4.2. Tricotomia pubiana 5. Nutrição 5.1. Riscos de aspiração 5.2. Medidas para reduzir o volume e a acidez do conteúdo gástrico 5.2.1. Restrição da ingestão 5.2.2. Infusões intravenosas de rotina 5.2.3. Condutas farmacológicas 6. Posição materna durante o primeiro estádio do trabalho de parto 6.1. Efeitos sobre o fluxo sanguíneo e a contratilidade uterina 6.2. Efeitos maternos e fetais 7. Conclusões
1. Introdução 2. Métodos clínicos de monitorização fetal durante o trabalho de parto 2.1. Ausculta cardíaca fetal intermitente 2.2. Avaliação do líquido amniótico 3. Avaliação cardíaca fetal contínua 4. Avaliação do equilíbrio ácido-básico no sangue do couro cabeludo fetal 5. Comparação entre ausculta e monitorização eletrônica fetal 5.1. Efeitos sobre o trabalho de parto e o parto 5.2. Efeitos sobre o feto e o recém-nascido 5.3. Opiniões maternas 5.4. Técnica de monitorização electrónica fetal 5.5. Comentário 6. Outros métodos de monitorização fetal e diagnóstico no trabalho de parto e parto 6.1. Testes de internação 6.2. Testes de estimulação fetal intraparto 7. Tratamento conservador do “sofrimento fetal” 8. Conclusões
1. Introdução 2. Reconhecimento do início do trabalho de parto 3. Condição da mãe 4. Contrações uterinas 5. Dilatação cervical 6. Descida da apresentação 7. Progresso normal do trabalho de parto 8. Registro do progresso do trabalho de parto 9. Conclusões
1. Introdução 2. Componentes da assistência durante o terceiro estádio 2.1. Uso profilático rotineiro de ocitócicos 2.2. Comparações de diferentes ocitócicos 2.3. Clampeamento e secção do cordão umbilical 2.4. Tração controlada do cordão 2.5. Injeção venosa intra-umbilical 2.6. Estimulação da papila 3. Conduta ativa versus conduta expectante no terceiro estádio 4. Complicações do terceiro estádio 4.1. Hemorragia pós-parto 4.2. Placenta retida 4.3. Inversão do útero 5. Conclusões
1. Introdução 2. Métodos não-farmacológicos 2.1. Técnicas que reduzem os estímulos dolorosos 2.1.1. Movimento e mudanças de posição maternas 2.1.2. Contrapressão 2.1.3. Descompressão abdominal 2.2. Técnicas que ativam receptores sensoriais periféricos 2.2.1. Calor e frio superficiais 2.2.2. Imersão em água durante o trabalho de parto e o parto 2.2.3. Toque e massagem 2.2.4. Acupuntura e acupressão 2.2.5. Estimulação nervosa elétrica transcutânea (TENS) 2.2.6. Injeção intradérmica de água estéril 2.2.7. Aromaterapia 2.3. Técnicas que estimulam vias inibidoras descendentes 2.3.1. Focalização da atenção e distração 2.3.2. Hipnose 2.3.3. Música e audioanalgesia 2.3.4. Biofeedback 3. Controle farmacológico da dor no trabalho de parto 3.1. Analgesia e anestesia regional 3.1.1. Analgesia peridural 3.1.2. Outras vias de analgesia regional 3.2. Agentes sistêmicos 3.2.1. Opióides 3.2.2. Sedativos e tranqüilizantes 3.3. Analgesia inalatória 4. Conclusões
1. Introdução 2. Estimativa do peso ou da idade gestacional como base para opções de assistência 3. Tipos de parto pré-termo 3.1. Morte pré-parto e malformações letais 3.2. Gravidez múltipla 3.3. Parto eletivo 3.4. Patologia materna e fetal 4. Local e preparações para o parto 4.1. Local do parto 4.2. Preparações para o parto 4.3. Prevenção de hemorragia intraventricular 5. Via de parto 5.1. Cesariana 5.2. Parto vaginal 5.2.1. Analgesia peridural e de outros tipos 5.2.2. Parto a fórceps eletivo 5.2.3. Uso rotineiro de episiotomia precoce 6. Assistência imediata no parto 7. Conclusões
1. Introdução 2. Resultados de um parto vaginal planejado após cesariana 3. Riscos da cesariana 3.1. Riscos para a mãe 3.2. Riscos para o bebê 4. Fatores a considerar na decisão sobre um parto vaginal planejado após cesariana 4.1. Mais de uma cesariana prévia 4.2. Motivo da cesariana primária 4.3. Parto vaginal prévio 4.4. Tipo de incisão prévia no útero 4.5. Idade gestacional na época da cesariana anterior 5. Assistência durante um parto vaginal planejado após cesariana 5.1. Uso de ocitócicos 5.2. Analgesia e anestesia regionais 5.3. Exploração manual do útero 6. Ruptura do útero com cicatriz na gravidez e no trabalho de parto 7. Divergência entre os indícios e a prática 8. Conclusões
1. Introdução 2. Condições para o parto instrumental 3. Equipamento e técnicas 3.1. Fórceps 3.2. Vácuo-extração 4. Comparação entre vácuo-extração e fórceps 4.1. Eficiência 4.2. Efeitos maternos 4.3. Efeitos no lactente
1. Introdução 2. Efeitos sobre a infecção e a morbidade febril 3. Escolha do antibiótico 4. Via de administração 5. Possíveis conseqüências adversas da profilaxia com antibióticos
1. Introdução 2. Atenção imediata ao recém-nascido normal 2.1. Recepção do recém-nascido 2.2. Estabelecimento de vias aéreas permeáveis 2.3. Manutenção da temperatura corporal 2.4. Início da amamentação 2.5. Administração profilática de vitamina K para evitar doença hemorrágica 2.6. Medidas profiláticas para evitar infecções oculares 3. Medidas profiláticas em recém-nascidos considerados sob risco acima da média 3.1. Aspiração de lactentes que eliminaram mecônio antes do parto 3.2. Intubação traqueal eletiva de lactentes com peso muito baixo ao nascimento 3.3. Administração profilática de surfactante a lactentes imaturos 4. Atenção imediata aos recém-nascidos enfermos 4.1. Ressuscitação 4.2. Oxigênio 4.3. Massagem cardíaca 4.4. Naloxona 4.5. Bicarbonato de sódio 4.6. Expansores do volume sanguíneo 5. Indicações para não realizar ou interromper a ressuscitação
1. Introdução 2. Restrição do contato materno-infantil inicial 3. Controle de infecção 4. Observações de rotina 5. Drogas para alívio dos sintomas 6. Duração da internação hospitalar 7. Suporte e educação 7.1. Suporte geral e educação 7.2. Suporte para mães com necessidades especiais 8. Depressão pós-parto
1. Introdução 2. Preparo pré-natal 3. Sucção precoce versus tardia 4. A importância do posicionamento correto 5. A importância da flexibilidade 6. “Suplementação” da alimentação do bebê 7. “Suplementação” da alimentação materna 8. Contraceptivos orais 9. Suporte às mães lactantes 10. Traumatismo da papila 11. Problemas com o fluxo de leite 12. Problemas com o suprimento de leite 13. Conclusões
1. Introdução 2. Perda perinatal 2.1. Doença e deficiência 2.2. Morte perinatal 3. Assistência pela equipe hospitalar 3.1. Comunicação 3.2. Assistência imediata e precoce quando o bebê está morto ou morrendo 3.3. Necropsia 3.4. Atestado de óbito e preparo do funeral 3.5. Acompanhamento 4. Assistência da comunidade 4.1. Profissionais de saúde 4.2. Grupos de auto-ajuda 5. O papel dos conselheiros especializados 5.1. Aconselhamento de rotina 5.2. Aconselhamento nas reações de luto prolongado